Considerada uma “isoflavona anabólica”, pelo seu efeito antiestrógeno, aumenta a produção de testosterona impedindo a conversão em estrogênio. Em estu... Continuar lendo

Categoria Antiestrogênica

Administração
Uso Oral
Controlado
Não informado
Indicação
Considerada uma “isoflavona anabólica”, pelo seu efeito antiestrógeno, aumenta a produção de testosterona impedindo a conversão em estrogênio. Em estudos controlados descobriu-se que a Crisina é similar em potência e efetividade a um inibidor da aromatase utilizado clinicamente para o tratamento de pacientes com carcinona estrogênio-dependente. Além disso, tem efeito ansiolitico similar ao do Diazepam, sem entretanto causar sedação e relaxamento muscular.
Posologia
Pode ser administrada por via oral em doses entre 1 e 3g/dia ou por via transdérmica, quando é muito efetiva em doses muitos menores; de 100 a 300mg/dia.
Restrições
Mulheres grávidas, nutrizes, crianças e adolescentes devem evitar o uso de crisina. Mulheres de modo geral devem evitar o uso de Crisina.
A manipulação hormonal pode apresentar consequências não previstas. A suplementação de Crisina deve ser realizada com cautela.
Mulheres com tumores malignos (na mama, útero ou ovário) devem usar a crisina somente em estudos clínicos ou se a crisina for prescrita e monitorada pelos seus médicos.
Interações Medicamentosas
Não informado
Reações Adversas
Não informado
Contraindicação
-
Tipo de Receita
Não informado
Sugestão de fórmula manipulada

Bibliografia
Observações
Foto de Leticia Saifert Picoli
Leticia Saifert Picoli
CRF: 21337
Farmacêutica, e Mestranda em Ciências Farmacêuticas - CRF/PR: 21337. Atuou como consultora na Manipulaê para monitorar e revisar a criação de conteúdo técnico. Farmacêutica Industrial, especialista em Farmacologia Clínica, MBA em Gestão Estratégia Farmacêutica pela FIA. Atuante nas áreas de Gestão de Produto, Marketing Institucional e Novos Negócios.